RELATÓRIO ADROADA
Domingo, 15 de Novembro de 1998 (cerca das 1:15 da madrugada)
A noite já era longa, e já havia muita animação na Rua do Crime na Golegã, bebiam-se as ultimas gotas de São Martinho, santo padroeiro dos cavalos e éguas ... algumas bem BOAS.
Zonga ou *.BATneira, já tinha no bucho alguns litros do nectar de BACO (nosso padroeiro), e por entre tragos desse nectar e cumprimentos faustosos há população que passava, este nobre ADROEIRO entoava igualmente nobres grunhidos de algumas melodias que naquela cabeça, bem regada, entravam.
Baloiçava, parecendo a quem mais injenuo fosse, que o chão pissado por nosso Director Excutivo, estava sob um efeito de um tremor vindo das profundezas das nossas terras Ribatejanas. Mas este nobre ADROEIRO tinha outras coisas em que se preocupar sem ter que ser no equilibrio, pois a sua irmã debatia-se com um grave problema: o namorado, igualmente bem regado, que tinha descoberto ali que amava a irmã do nosso nobre companheiro e ali em público fazia questão de o mostrar, gritando repetidamente e bem alto "amo-te Sofia!", largando com as suas calorosas expressões, bafos de uma mistura de nectares (água-pé, cerveja, abafado e outros).
Era a alegria total dos nossos associados que por ali se encontravam, mais em especial Zonga e Paulo Metralha, que largavam gargalhadas sobre o decurso do acto.
Por fim a noite teminava por volta das quatro e meia da madrugada e os nobres ADROEIROS voltavam a casa.